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terça-feira, 9 de setembro de 2008

CORDEL


CORDEL

Boa noite povo do morro da Conceição
Vinhemos falar para vocês
sobre, uma tal situação
jovens, adultos,comerciantes e freguês
pra que votar nessa nova eleição

uns políticos apertam a mão
outros só fazem olhar
uns trabalham por profissão
outros só querem falar
uns trabalham por vocação
outros só faz enrolar

cuidado com a decisão
escolha na hora certa
não vote por emoção
tenha uma mente aberta
olhe toda versão
e fique sempre alerta

eles vão tá no poder
trabalhando e criando
vai fazer valer
durante quatro anos
vou querer saber
se eles estão errando

as propostas vão aparecer
escolha candidatos certos
levando à política crescer
dando as pessoas credito
fazendo elas entender
que existem políticos honestos

seu foto vale ouro
não tem dinheiro que pague
feijoada, dentadura, tijolo,
banana e até abacate
é assim que conquista o povo
no final o povo que se lasque

depois isso é bom lembrar
o mundo está em suas mãos
na hora de voltar
procure mais informação
pra não se prejudicar
quando passar a eleição

Autoria: Ewerton Antonio, Mailson Evandro e Marília Gabriela
GRUPO QUEBRA KABEÇA

domingo, 7 de setembro de 2008

PENSAMENTO MACHITA


PENSAMENTO MACHITA VELADO OU INVISÍVEL

Pensamento machista sobrevive às conquista femininas e ainda envenena a sociedade. Machismo não é apenas um traço de carét, mas um problema social. E mesmo depois de todos os sutiãs queimados o machimas ainda se manifesta na intimidade, no trabalho e na vida política.
(Reportagem tirada da revista "marie claire")
"As mullheres não devem se calar quando se sentirem diminuídas"
(frase de leonardo botto)

A VERGONHA DO TURISMO SEXUAL NO " BRASIL"


BRASIL TERRA DO SEXO FÁCIL E BARATO ATÉ QUANDO ?

O Brasil hoje é um dos destinos preferidos por estrangeiros que viajam em busca de sexo e em busca disso esquecem de outras belezas nossas como, praias e nossa cultura. Como a prostituiçaõ no país não é crime, os estrangeiros se sente à vantade para transa com brasileiras. O problema é que, no rastro do sexo pago, forma-se um esquema que movimenta o tráfico de drogas, o tráfico de mulheres, a falsificação de documentos e, pior, a exploração sexual de crianças e adolescentes.
A entrada de estrangeiro no Brasil cresceu. Em 2004, foram mais de 4,7 milhõese em 2006 segundo dados da Embratur 61 mil passageiros vindos especialmente da Europa, aterrissaram no Brasil, a alemanha e um dos demais país que visitam o nordeste em busca de sexo barato e fácil.
Alem do Rio, recife, Fortaleza e Natal entram na rota do turismo sexual, mas em parte , em decorrêcia da propaganda oficial do governo, que durante década associou a imagem do Brasil a mulheres seminuas, mas em 2000 essa estratégia foi abandonada, mas o estrago já foi feito.

Juliana silva

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Grupo de holandeses " visata CCJ "




Um grupo de holandeses estivera em Recife entre os dias 12 e 16 de agosto visitando o CCJ (Centro de Comunicação e Juventude). Para realizar filmagens para o canal comercial NET 5 da Holanda.
Os visitantentes estão no Brasil através da parceria financeira que o CCJ tem com a organização Return to sender. A equipe de filmagem é liderada por Art rooijakkers apresentador de um programa de TV. Return to sender é uma iniciativa de Kaeja Schurmon, apresentadora da holanda.
Os jovens que fazem parte do ccj vão fazer atividades na área de produção de vídeo,fotografia e webdesign, e vão realizar trabalhos que abordem tematicas como Gravidez na adolescencia, Auto-estima e Família de detentos.
Aproposta do grupo holandês é apresentar esses trabalhos durante a apresentação do programa televisivo no próximo mês.



Juliana silva

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Polêmica Movimento gay não quer cantor João do Morro na Parada do Recife



Matéria Publicada no Blog de Jamildo e Toda Forma de Amor


Polêmica



A informação de que o cantor recifense João do Morro participaria da Parada da Diversidade do Recife gerou polêmica entre as entidades de defesa dos direitos dos homossexuais. É que as orgaizações consideram o cantor homofóbico por conta da letra de uma de suas músicas chamada "Papa Frango."
"A Parada não pode ter música que desqualifique o público" avisa Isis de Fátima integrante do Fórum GLBT de Pernambuco que organiza o evento.
"Se esse João do Morro estiver confirmado para a Parada, desde já vou procurar saber como posso pedir uma liminar para impedir ou o João do Morro cantar na Parada ou a Parada não permitir que o João cante" disse o presidente da ONG Leões do Norte, Wellington Medeiros, entidade integrante do Fórum.
A informação divulgada pela revista on line "O Grito" foi a de que o cantor se apresentaria no trio da boate Metrópole durante a Parada.
"João do Morro na Parada nunca nem passou pela minha cabeça" informa a empresária Maria do Céu.
"A casa jamais vai fazer algo que vá de encontro ao movimento. A gente sempre está alinhado com o movimento" ressalta ela.
A música "Papa Frango" de João do Morro é considerada homofóbica pelas organizações.
Na letra, o cantor narra a história de um rapaz que tem um relacionamento com um homossexual sendo mantido por ele.
"Ei, boyzinho, você é papa frango" diz um trecho da letra.
E segue: "essa camisa, essa bermuda, foi o frango que comprou. Além de papa frango você é gigolô."
Também diz: "olha esse boné, foi o frango que deu, essa camisa, esse celular, esse trancelim, o dinheiro da cerveja, foi o frango que deu."
Polêmica
Metrópole ameça cancelar show com cantor
POSTADO ÀS 22:35 EM 30 DE Julho DE 2008
O cantor será uma das atrações da festa "Nem Freud Explica" que a boate Metróple promove no dia 8 de agosto, mas a empresária Maria do Céu não descarta a possibilidade de cancelar a atração, caso as entidades de defesa dos homossexuais se sintam prejudicadas com o show na boate.
Maria ressalta, entretanto, que não vê homofobia na letra da música "Papa Frango" e compara a irreverência de João do Morro a do grupo Mamonas Assassinas.
"Eu não gosto de chamar ninguém de frango, mas, no caso dele, virou humor, assimo como o Mamonas cantava Robocopy Gay" explica Maria.
A letra da música "Papa Frango" é apontada pela ONG Leões do Norte como forma de retratar uma relação que normalmente acaba em violência contra os homossexuais.
"Se aparecer mais um homossexual morto não reclamem de homofobia, foi o frango que não pagou a picanha argentina, a cerveja boa, o trancelim legal ou a bermuda de marca. Nada mais justo que o papa frango faça o ajuste de contas e tire a vida do frango. Devemos acrescentar nas desculpas da Polícia esse detalhe para justificar as mortes" explica o presidente da entidade.
Para evitar problemas com atrações e trios, os organizadores da Parada do Recife informam que, este ano, haverá mais rigor na fiscalização.
"Este ano seremos ainda mais rigorosos. Vamos nos reunir com a CTTU (Companhia de Trânsito e Transportes Urbanos) e com a Polícia Militar. Se não obedecer as cláusulas o trio sai de cena" ressalta Isis de Fátima, do Fórum GLBT.
Não é
João do Morro defende-se das acusações de homofobia
POSTADO ÀS 15:23 EM 31 DE Julho DE 2008

O rapaz do morro
O Grito

O cantor pernambucano João do Morro ficou surpreso ao saber das acusações de homofobia por parte do movimento gay. A polêmica começou após o anúncio de que ele se apresentaria na Parada Gay, no trio elétrico da Metrópole, o que já foi desmentido pela boate.
“Estou surpreso porque fiz essa música numa roda de amigos homossexuais e nenhum deles achou a letra preconceituosa”, se defende.
“Se esse João do Morro estiver confirmado para a Parada, desde já vou procurar saber como posso pedir uma liminar para impedir ou o João do Morro cantar na Parada ou a Parada não permitir que o João cante” disse o presidente da ONG Leões do Norte, Wellington Medeiros, ao site Toda Forma de Amor.
Segundo João do Morro, em nenhum momento a entidade o procurou. “Eles não quiseram nenhum diálogo comigo e já me acusaram. Teria conversado sobre o caso, explicado, mas não houve diálogo”. O músico ainda afirma que tem nos gays uma boa parcela de seu público e que, no palco, veste um personagem gay. “Muita gente encara as letras com bom-humor. O pessoal das boates gostam (sic)muito da minha música”.
O cantor se apresenta na Metrópole na festa “Nem Freud Explica”, dia 08 de agosto. Na ocasião, ele também apresenta uma música inédita feita especialmente para a ocasião.


quinta-feira, 17 de julho de 2008

ONDE ESTÃO OS MEUS DIREITOS ?


Uma coisa mim chamou a atenção na última ¨parada gay¨na cidade de são paulo; foi o grito por direitos iguis.Isso me despertou para ver como andam os meus próprios direitos no Brasil. Levando-se em consideração que sou homem, brasileiro, 32 anos, sem deficiência física, branco, classe média e heterossexual; comecei a me preocupar com a minha pessoa.
Como sou homem, se esvaem pelas mãos os meus dereitos próprios da mulher .
A isonomia nesses casos iguala as mulheres em todas as coisas, menos na que os homens seriam benificiados com a 'igualdade'.Tudo bem; abrimos mão de tudo pela fragilidade feminina.
Não sou estrangeiro, por isso não possuo alguns direitos dentro do meu próprio país que eles possuem.Um precionismo internacional que só vejo precedente nos estados unidos. Lá eu tenho mais direito que aqui: Soy latino!
Minha idade é um lástima. Não tenho direito ás leis de proteção à infância e adolescência nem à juventude; mas também ainda não cheguei à boa idade e me escapam os direitos dos idosos.Também não tem problemas, amamos as cãs e mesmo que não houvesse leis especificas creio que todos nós cediariamos os promeiros lugares nas filas para eles (e as gravidas, mães de colo e deficientes sem problema nenhum).
E por falar em deficientes, eu não tenho deficiencia física e, conquanto assine em baixo as leis de proteção aos deficientes, temos exemplo máximo de um dedinho que tormar um homem inválido para ser torneiro mecânico, mas o habilita a ser presidente da república.Que país!
Sou branco, e por mas que espere o verão para 'pegar uma corzinha' não se reserva cotas específicas aos brozeados articialmente. Por ves me sinto discriminado com essa coisa
Como pertencente à classe média, a coisa é muito esquisita, não sou apto para ser benificiado por nenhem dos projetos partenalista do governo ao passo que não tenho recursos para não me preocupar com a situação finacereira - tenho esposa e dois filhos para cuidar.
Mas o grito gey para mim foi o mais interessante .Asustador, até! O que significa direitos iguais? Primeiro, eles querem ser tratados com um sexo - mas não são; querem ser tratados como uma raça - mas não são também.
Mas ainda, querem ter todo dereito de liberdade de expressão(mesmo que invadindio preceitos de retidão e caráter), mas lutam para que alguém como eu - notadamente minoria - não tenha sequer a possibilidade de criticálos (PL 122).
Quanta incoerência! tentam se utilizar do artigo 5 da costituição federal, mas intrpretam ao seu bei prazer.
Se naõ a distição - por que eles buscam a distinção? Se tivemos liberdade de crença, por que não posso crer que o homossexualismos é pecado segundo a bíblia que creio afirma? se tivemos liberdade de expressão, por que não querem ouvir pela minha livre expressão que les estão errados na escolhas deteriorante que fizeram?
Mas incoerência. ao falar contra o homossexualismo somos acusados de racista.Certamente isso é uma grande loucura; mas homossexual não pode ser considerado com raça ou sexo. Sabemos da existência de dois sexo : macho e fêmea ; homem e mulher .
A terceira é a via da aberração - falo sem qualquer precoceito, mas com convicção.
como parte de uma ínfinita minoria: masculina , brasileira, branca, adulta e heterossexual eu não consiguirei juntar 3 milhões de minha espécie na Av. paulista, e, por isso, sozinho aqui, do meu dia-a-dia no piauí, levanto a bandeira em passeata solitária: onde estão o meus direitos?

Esse texto foi escrito por Samuel gueiros vitalino (advogado e pastor prebisteriano ) E públicado no Diario de pernambuco no dia 8 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

TRÁFICO DE PESSOAS


No último sábado (7), aconteceu a primeira parte da capacitação com a realização de uma oficina facilitada pelo técnico do PPCA, Joselito Costa. “O objetivo dessas capacitações é sensibilizar e informar aos jovens sobre o problema do tráfico no Brasil”, destaca ele.

Nos últimos anos o tráfico de pessoas vem crescendo consideravelmente, e perde em rentabilidade apenas para o comércio ilegal de drogas e armas. Atualmente, ele chega a lucrar até US$ 30 mil por pessoa aliciada. No ano, o montante chega a US$ 9 bilhões, o que o torna uma das atividades mais lucrativas do crime organizado transnacional.

O problema não é novo, o tráfico de pessoas antes chamado de tráfico de mulheres é um problema antigo que surgiu na época da escravidão. Ele é um mercado de exploração sexual ainda pouco investigado mas presente na agenda política mundial. Em março de 2000, a Convenção das Nações Unidas contra a droga e crime, através da convenção de Palerma, estabeleceu conceitos e valores adotados pela comunidade internacional para o tráfico por meio da aceitação de pagamento para obter autoridade sobre a pessoa ou para fins de exploração sexual, trabalho forçado, escravatura ou a remoção de órgão.

O Brasil assinou o documento com mais 125 nações e passou a validar o documento em 2004 que revela a forma moderna de escravatura que desrespeita os Direito Humano. A partir daí dessa constatação cria-se a necessidade de criar programas de prevenção, reabilitação e integração social das vitimas para toda forma de exploração.


No país, o artigo 231 do código penal foi ampliado em 2005, o tipo penal é tipificado como tráfico de pessoas e não mas tráfico de mulheres. que era tipificado como tráfico interno, cuja as vitimas preferências são crianças e adolescentes isso e uma conquista de grande importância pois antes só configurava o crime quando havia transposição das fronteiras nacionais.

As mudanças nas legislação são resultados de uma grande mobilização social no Brasil. Hoje, existem 241 rotas nacionais e internacionais de tráfico. As discussões sobre tráfico de mulheres, crianças e adolescentes vem crescendo na rede nacional através dos trabalhos do Ministério da Justiça e a Secretaria de Direito Humano que realizam esforços no sentido de dar maior visibilidade ao problema

A Diaconia junto com os projetos parceiros em Recife e Fortaleza vêm capacitando a juventude para o conhecimento de um problema que pode ser mudado através do trabalho coletivo da sociedade civil. O problema está sendo abordado nas comunidades urbanas, pelo fato de atingir toda classe social, das mais favorecidas às menos desfavorecida.

Juliana Silva